Já imaginou uma despedida final que não envolva enterro ou cremação por fogo? Uma alternativa sustentável, que respeita o meio ambiente e oferece um novo olhar sobre a forma como nos despedimos de quem amamos? Pois essa inovação existe e promete redefinir o futuro das cerimônias fúnebres. Estamos falando da aquamação, também conhecida como hidrólise alcalina – um processo ecológico e tecnológico que utiliza água em vez de fogo.
A aquamação se apresenta como uma das maneiras mais sustentáveis de lidar com o fim da vida. Com menos impacto ambiental, o processo emite 90% menos gases de efeito estufa e consome muito menos energia do que a cremação tradicional. Além disso, não libera poluentes como mercúrio ou dióxido de carbono. Apesar de ser conhecida como "cremação com água", esse método cientificamente avançado vai muito além de um simples processo de dissolução.
A técnica ainda não é amplamente conhecida ou adotada no Brasil. Fatores culturais, religiosos e de infraestrutura tornam sua expansão um desafio. Mas é importante observar como essa inovação tem sido adotada em diversos países, inclusive por figuras notáveis, como o arcebispo sul-africano Desmond Tutu, que optou por esse método em nome de seus princípios ambientalistas.
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