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Pessoas enterradas vivas: conheça a história das almas 'bexiguentas'

Cemitério dos Bexiguentos, em Pedro Leopoldo (MG), marca a história das epidemias no Brasil

Pessoas enterradas vivas: conheça a história das almas 'bexiguentas'
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A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou, em 14 de agosto, que a mpox é uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII). Em meio ao alerta global, a doença infecciosa, antes chamada de "varíola do macaco", desperta também a memória de epidemia passadas.

Há cerca de dois anos, em visita à cidade de Pedro Leopoldo (MG), o repórter Heberton Lopes esteve no Cemitério dos Bexiguentos, criado para as vítimas da varíola no século XIX. Na época, a falta de compreensão sobre a enfermidade resultou em enterros apressados — por vezes, pessoas eram sepultadas ainda vivas.

No vídeo do canal Vim te Mostrar, o jornalista trata do impacto da "bexiga", como era conhecida a doença, na vida comunitária e na cultura local, e revela práticas sanitárias e funerárias que hoje nos parecem absurdas. Relembre!

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Créditos (Imagem de capa): Cris Perdigão

Redação Grupo Balo

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